Acho que mundo e as relações humanas não estão num bom caminho. Ainda que fala-se mais do que nunca em desigualdade social, consciência ambiental, globalização, vejo que as pessoas se relacionam cada vez menos comprometidas. A moda é “ficar”, “pegar”, empilhar beijos e transas de uma ou duas noites e já era, adiciona o nome na lista de “pegadas” escondida no diário e parte pra próxima linha a ser preenchida.
Espera aí! Acho que perdi alguma coisa. A primeira transa ser boa é coisa rara, principalmente pras mulheres, já que há pouco conquistaram o direito de imitar o que mais reclamavam dos homens. Essa coisa de macho que tem medo de passar por viado se não comer uma vagabunda, que usa a desculpa de que são diferentes e não conseguem evitar a traição porque é instinto masculino. Papinho furado. Trai porque é safado, porque não tem coragem de assumir a falha de caráter. Pior que a cultura enfiada guéla abaixo por séculos, preparou as mulheres pra aceitarem isso e preferem a traição que a perda do amor.
Pior ainda é perceber que as mulheres ao conquistarem seu espaço e seus direitos, que sempre foram mais do que justos já que muitos casamentos eram regime de escravidão, simplesmente estão fazendo a mesma coisa que os homens, ou seja, do que sempre reclamaram.
Essas atitudes estão aproximando os órgãos genitais e afastando os corações, as pessoas não sabem mais namorar! Namoro não se pede, não se define, não se combina que se está ou não, acontece, só isso. Sabemos quando é ou não é. Parece que namorar virou um sacrifício de sangue, que nesse mundo atropelado, de notícias instantâneas não existe espaço pro namoro, pra dedicação a alguém que nos faz bem, seja pelo sexo animal, ou pelo cafuné antes de dormir. O que vale é o prazer imediato sem contato, só no “coro” o “aqui e agora”.
Pois acho o namoro uma das relações mais lindas que as pessoas podem desenvolver, porque não temos obrigação de querer, se estamos é porque queremos. Aproximamos um desconhecido de nossas vidas, de nossa família, porque acreditamos que pode ser ele. Se depois era ou não são outros quinhetos, mas o importante é que se acreditou e que se quis de verdade, sinceramente.
Desenvolver um relacionamento, adquirir intimidade, conhecer outra pessoa profundamente é uma arte de convivência e o “sacrifício” por termos que adaptar algumas coisas no caminho deveria ser visto como um presente que damos e recebemos.
Espera aí! Acho que perdi alguma coisa. A primeira transa ser boa é coisa rara, principalmente pras mulheres, já que há pouco conquistaram o direito de imitar o que mais reclamavam dos homens. Essa coisa de macho que tem medo de passar por viado se não comer uma vagabunda, que usa a desculpa de que são diferentes e não conseguem evitar a traição porque é instinto masculino. Papinho furado. Trai porque é safado, porque não tem coragem de assumir a falha de caráter. Pior que a cultura enfiada guéla abaixo por séculos, preparou as mulheres pra aceitarem isso e preferem a traição que a perda do amor.
Pior ainda é perceber que as mulheres ao conquistarem seu espaço e seus direitos, que sempre foram mais do que justos já que muitos casamentos eram regime de escravidão, simplesmente estão fazendo a mesma coisa que os homens, ou seja, do que sempre reclamaram.
Essas atitudes estão aproximando os órgãos genitais e afastando os corações, as pessoas não sabem mais namorar! Namoro não se pede, não se define, não se combina que se está ou não, acontece, só isso. Sabemos quando é ou não é. Parece que namorar virou um sacrifício de sangue, que nesse mundo atropelado, de notícias instantâneas não existe espaço pro namoro, pra dedicação a alguém que nos faz bem, seja pelo sexo animal, ou pelo cafuné antes de dormir. O que vale é o prazer imediato sem contato, só no “coro” o “aqui e agora”.
Pois acho o namoro uma das relações mais lindas que as pessoas podem desenvolver, porque não temos obrigação de querer, se estamos é porque queremos. Aproximamos um desconhecido de nossas vidas, de nossa família, porque acreditamos que pode ser ele. Se depois era ou não são outros quinhetos, mas o importante é que se acreditou e que se quis de verdade, sinceramente.
Desenvolver um relacionamento, adquirir intimidade, conhecer outra pessoa profundamente é uma arte de convivência e o “sacrifício” por termos que adaptar algumas coisas no caminho deveria ser visto como um presente que damos e recebemos.

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